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A
visão do bebê
Houve
um tempo em que as mamães e papais acreditavam
que seus recém-nascidos não tinham
capacidade para enxergar o que se passava ao
seu redor - o que se aconteceria somente tempos
depois. No entanto, essa teoria se provou errada,
uma espécie de lenda! Logo nas primeiras
semanas de vida os bebês já podem
ver e distinguir os objetos próximos
e o processo de desenvolvimento de sua visão
é progressivo: ou seja, evolui a cada
dia. Entenda como funcionam os olhinhos do pequeno.
Depois de passar nove meses no útero
de sua mãe, o bebê chega ao mundo
e descobre que existe muito mais do que aquela
escuridão.
De
início, eles conseguem ver com nitidez
apenas os objetos que se encontram entre 25
e 35 cm de seu rosto. Curiosamente, essa é
a distância entre o rosto dele e o de
sua mãe, no momento da amamentação.
A natureza é sábia, não
é?
Os
bebês enxergam apenas o que estiver a
essa pequena distância graças à
sua pouca capacidade de focar os objetos.
Afinal,
os músculos dos olhos da criança
ainda não têm coordenação
suficiente, o que resulta na dificuldade em
ajustar o foco logo no início de sua
vida.
Cores
contrastantes atraem o olhar
Os
pequenos também não diferenciam
muito bem as cores, especialmente até
o terceiro mês de vida. Mas o que eles
conseguem ver com clareza é o contraste
entre o claro e o escuro. Observe como ele é
atraído por objetos que tenham cores
contrastantes!
A
cada dia o bebê irá aperfeiçoando
este seu sentido - tanto que aos seis meses
sua visão já estará bem
semelhante a de um adulto.
Finalmente,
com aproximadamente cinco anos de idade, ocorre
o último estágio de desenvolvimento
e ele já enxerga como uma pessoa adulta.
Procurando
o especialista: exame de rotina
A
primeira consulta ao oftalmologista pode ser
feita por volta do quinto mês de idade
da criança.
O
especialista checará se tudo anda bem
com os olhinhos de seu bebê e, caso a
resposta seja positiva, a próxima consulta
deverá ser apenas aos três anos
de idade.
Lembre-se
de considerar também que existem algumas
pessoas que têm maiores chances de desenvolver
certas deficiências visuais, como o estrabismo.
Entre
elas estão os bebês prematuros,
crianças cujos pais ou irmãos
são estrábicos, crianças
com atrasos de desenvolvimento e, naturalmente,
os pequenos cujos familiares têm doenças
hereditárias nos olhos.
Estas
consultas periódicas ao oftalmologista
garantirão que tudo estará correndo
bem com seu filhinho. E se for detectado algum
distúrbio na visão, será
dado início a um tratamento adequado
para corrigir o problema. O diagnóstico
precoce é a chave para a boa solução
da maioria dos problemas!
De
olho nas fases
Recém-nascidos: Enxergam a uma distância
aproximada de 25 a 30 centímetros - a
distância do rosto da mãe quando
está amamentando. Adoram rostos e objetos
de alto contraste.
Três
meses: Conseguem seguir um objeto em movimento.
Móbiles e brinquedos altamente gráficos
podem estimular o desenvolvimento visual.
Seis
meses: A retina está bem desenvolvida.
Conseguem ver pequenos detalhes; a percepção
de distância e profundidade continua melhorando.
Podem desenvolver um interesse real por livros.
Um
ano: O bebê está a caminho do desenvolvimento
pleno. A coordenação olho-mão
é aperfeiçoada através
de jogos que envolvem apontar, agarrar, arremessar,
colocar e pegar.
Fonte:
Johnson & Johnson
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