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Amamentando Bebês
com Síndrome de Down
Amamentar
bebês com Síndrome de Down é
o primeiro e principal passo para que se estimule
corretamente a musculatura bucal e facial.
Uma
característica importante dos bebês
com Síndrome de Down é a hipotonia
muscular generalizada. Isto significa que este
bebês apresentam uma musculatura mais flácida
e que por este motivo precisam de estímulos
adequados logo ao nascer. O aleitamento materno
é o que melhor pode existir para estes
bebês, tanto como nutrição
como trabalho muscular. Ajudará a melhorar
o tônus muscular dos lábios, boca
e língua, importantes para o desenvolvimento
das arcadas dentárias e da linguagem.
A
proteção obtida pelos anticorpos
no aleitamento materno diminuirá as frequentes
infecções respiratórias.
Alguns
bebês precisam aprender a agarrar o mamilo
para fazer uma sucção correta, e
isto pode levar algum tempo e exige paciência.
Existem
alguns exercícios que podem ser feitos
para estimular as mamadas:
-
Acariciar em volta da boca e das bochechas.
- Circular os lábios do bebê com
seus dedos.
- Tocar a língua dele suavemente até
que ele comece a sugar seu dedo e, em seguida,
colocá-lo para mamar.
Deixe seu bebê mamar quanto tempo quiser;
pela flacidez muscular os bebês se cansam
facilmente e necessitam de mamadas mais frequentes
e este intervalo vai depender de cada criança.
Muitas
vezes ao nascer estes bebês se submetem
à cirurgias e são afastados das
mães, o que pode levar a um desmame precoce.
Outras vezes a condição emocional
da mãe impede que se faça uma amamentação
adequada. Respeitando quaisquer que sejam os motivos
de não amamentação destes
bebês ao nascer, é importante saber
que é possível se relactar.
Isto
significa que após algum tempo é
possível bebês e mães voltarem
a se integrar e novamente se estabelecer a amamentação.
Basta que para isto as mães sejam bem orientadas
e estejam dispostas a fazer o melhor para seus
bebês.
Quanto
mais informadas estiverem as mães e mais
adequadas as informações, melhor
se fará o dsenvolvimento dos bebês.
Por
Léa F. Amábile
Fonte: www.ecof.org.br
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